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A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NOS INVESTIMENTOS

No meio da atual pandemia que estamos vivendo desde o 2020, verificamos que é essencial ter inteligência emocional. Muitas habilidades estão cada vez mais valorizadas, tais como: comportamento, comunicação, empatia, flexibilidade e resiliência. Além disso, temos visto que a demora de a pandemia terminar, bem como a velocidade com que as pessoas tiveram que se adaptar às novas rotinas de trabalho, a palavra chave é equilíbrio, em especial nos investimentos.


Explicamos: Ter calma (e mantê-la) na hora de pensar em investimentos é um grande desafio em um período de oscilações e muitas incertezas. E como ter e manter equilíbrio? Escolhendo setores que contribuam para o balanceamento da sua carteira.


Hoje muito se fala de resiliência, alguns “anti-frágil”. Assim, podemos entender que o caminho para buscar equilíbrio nos investimentos é ter na carteira empresas resilientes, isto é: empresas com tendência a oscilar menos em momentos de crise e conseguiam obter nível de conforto mesmo em períodos de maior volatilidade.


E essa busca vai te levar a selecionar empresas de setores mais defensivos.


Na teoria econômica atual se separa as indústrias cíclicas e as não cíclicas. As cíclicas são aquelas caracterizadas por produtos e serviços não essenciais, e acompanham os ciclos econômicos. Em outras palavras, as indústrias deste ciclo possuem uma tendência de se beneficiar dos momentos em que a economia está indo bem, sem grandes crises, o que reflete no potencial de valorização das ações, mas também são mais afetadas durante as grandes crises.


Quanto às empresas que são caracterizadas como não cíclicas são menos afetadas pelo momento econômico, com uma performance estável e certo grau de previsibilidade. Apesar dessas ações não se beneficiarem de forma tão expressiva de momentos de expansão, elas tendem a ser mais resilientes, mais “anti-frágeis” em períodos de crises.


Importante você ter em mente que os (bons) investidores de longo prazo são conhecidos por buscarem um equilíbrio entre ativos que tenham um ótimo potencial de valorização e investimentos que protegem o capital em cenários adversos. Essa é a questão chave, e para tanto, o investidor deve ter na sua carteira ativos aquelas que não tenham uma conexão direta com os rumos do país, como é o caso das empresas não cíclicas; e dentro dessa categoria temos as empresas de setores mais defensivos.


As empresas mais defensivas são aquelas que fornecem produtos e serviços que tenham um consumo estável, o que reflete no preço das ações, que tendem a sofrer menos oscilações. O consumo desses serviços pode ter alguma variação em períodos de crise, mas elas são sempre essenciais.


Ressaltamos que não existe nenhuma ação que esteja isenta de sofrer oscilações, principalmente, em tempos de volatilidade e incerteza. Contudo, a grande importância de você ter ativos dos setores mais defensivos, conforme explicamos acima, é porque você manterá uma parte dos investimentos em ações resilientes (“anti-frágeis”), que abarcam certo nível de proteção ao capital que você investiu, e com, isso, você conseguirá obter equilíbrio, tranquilidade e paz nos seus investimentos, demonstrando ter alta inteligência emocional, mas nos períodos de crise, mesmo por que acompanhar os investimentos em momentos de variação negativa das ações não é um exercício de inteligência emocional para qualquer um.


Faça como nossos clientes Persas: com determinação e disciplina, as suas conquistas financeiras serão alcançadas!


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